quinta-feira, 22 de março de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Boa Noite.
É, talvez eu sinta tua falta, todo dia, antes de dormir.
E sim, talvez eu fique procrastinando o sono indefinidamente, para que o "antes de dormir" dure mais e mais e eu possa te reviver aqui, comigo, até meu corpo não aguentar mais, como já não mais aguenta.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
domingo, 11 de dezembro de 2011
Sorri pra mim!
"E se passo horas sem dormir, é porque me falta teu corpo para abraçar, como um ursinho que acalenta, que me faz sentir aquela falsa segurança, que nesse jogo de crer, se torna verdade então, se é que não tenha sido nesse tempo todo veracidade.
Talvez seja inerente a meu ser acreditar que tudo aquilo que me é verdadeiro não esteja escrito em teus lábios como dos meus escorrem, amante calejado.
Talvez me tenha sido a vida cruel em seus jogos de ilusão e ensinado-me a refletir aquilo que me fosse entregue para não ser atravessado. Aprendi na marra a não ser vidro, e sim espelho.
Quando, porém, sinto-te em meus braços, viro novamente aquele pequeno eu não escaldado, abraçado no ursinho, não mais espelho temeroso, mas vidro, ou melhor... cristal, que se ouve, em ressonância, brilhante, quando encosta em ti."
Ta me ouvindo?
É natal. O fim do ano vem vindo.
De presente, distância.
No presente, distância.
Na distância, presente.
Na presença, distância.
Na distância, pressinto.
E, presumo, não minto.
E, presumo, não minto.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
2:40am
Cala-te. Não consigo esboçar tua beleza enquanto pronuncias o verbo de teu "nosso amor".
É o lápis que encosta, para e recua. A folha provocada por tão sutil e fugaz parceiro. Companheiros tão confusos quanto eu em meu jogo de amar-te "no retrato", tal qual Pessoa.
É o lápis que encosta, para e recua. A folha provocada por tão sutil e fugaz parceiro. Companheiros tão confusos quanto eu em meu jogo de amar-te "no retrato", tal qual Pessoa.
Para o carvão em mãos, pois a ausência de tua ausência destrói o encanto da tua imagem, cuja gênese ao papel agora se priva.
Pisco,
e te perco por um segundo.
E me perdes para sempre.
E te perdes por um segundo.
E me perco para sempre.
E me perco para sempre.
Rascunho detalhado, presença que se faz ausente.
Amor não concretizado, aurora que se faz poente.
Amor não concretizado, aurora que se faz poente.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Compaixão.
E eu me lembro como você dizia que nunca iria embora, que estaria sempre comigo.
Por um momento achei que havia sido enganado mas, de fato... boas memórias ficam pra sempre.
Descanse em paz.
Por um momento achei que havia sido enganado mas, de fato... boas memórias ficam pra sempre.
Descanse em paz.
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